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sexta-feira, 12 de abril de 2013

#Filme: Marry Poppins




Para quem gosta dos clássicos, vai à dica de um musical infantil indicado 11 estatuetas do Oscar em 1965, que particularmente marcou minha infância.
Quem nunca sonhou em ter uma babá como Mary Poppins, que chega voando no seu guarda-chuva e te leva a lugares inesquecíveis, sem falar que ela te ensina a maior palavra do mundo: “supercalifragilisticexpialidocious”.


No filme, ela é contratada por George Banks um banqueiro que tem dois filhos, Jane e Michael, e os trata com muita frieza e rigidez. As crianças vivem aterrorizando a vida se suas babás, sempre fugindo e aprontado com elas. George sente que está perdendo o controle da casa. 
A esposa, Sra. Banks, até tenta amenizar a situação, mas é uma ativista e anda sempre ocupada lutando a favor do direito de votos para as mulheres. Até que conhecem a maravilhosa Mary Poppins. Jane e Michael ficam encantados, ela é exatamente como eles desejavam.

Mary juntamente com seu amigo faz-tudo Bart e seus maravilhosos ensinamentos, irão transformar de forma marcante a vida dassa família  para sempre.
Situações  super divertidas e lindas canções!

Fica a dica para um programinha em família!

Trailler:


Ficha Técnica:
  • Diretor: Robert Stevenson
  • Elenco: Julie Andrews, Dick Van Dyke, David Tomlinson, Glynis Johns, Karen Dotrice, Matthew Garber, Jane Darwell, Ed Wynn, Arthur Treacher, Herminone Baddeley
  • Produção: Walt Disney, Bill Walsh
  • Roteiro: Don DaGradi, Bill Walsh
  • Fotografia: Edward Colman
  • Trilha Sonora: Irwin Kostal, Richard M. Sherman, Robert B. Sherman
  • Duração: 140 min.
  • Ano: 1964
  • País: EUA
  • Gênero: Musical, comédia
  • Cor: Colorido
  • Distribuidora: Não definida
  • Classificação: Livre
  • Elenco:

Julie Andrews- Mary Poppins
Dick Van Dyke- Bert / Mr. Dawes
David Tomlinson- Mr. George W. Banks
Ed Wynn- Uncle Albert
Jane Darwell- Bird Woman
Reginald Owen- Admiral Boom
                                                                                                    













**Imagens retiradas do Google.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

***#Filme: Os Miseráveis/Les Misérables ( Por Lucas Medeiros)

 Olá Crianças,

Hoje o MF tem a honra de servir de palco, para nosso querido amigo Lucas Medeiros, poder discorrer de forma brilhante Os Miseráveis.


Os Miseráveis | Crítica

Não tem aviso prévio. Quem entra na sessão de Os Miseráveis (título original Les Misérables) é imerso num mundo sem rodeios desde o início da projeção. A cantoria já nos toma de assalto no primeiro ato e assim segue ao longo das suas quase três horas de duração.
Como muitos sabem, a obra literária do escritor francês Victor Hugo, na qual o filme se baseia, retrata a vida sofrida de pessoas que viveram numa sociedade em crise e no epicentro da Revolução Francesa na Paris do século XIX. Jean Valjean (Hugh Jackman) é condenado a 20 anos de prisão após roubar um pão para alimentar seu sobrinho que passava fome. Ao fugir da condicional, o oficial Javert (Russell Crowe) trava uma verdadeira cruzada para capturar Valjean. Com o passar do tempo, Valjean assume uma posição de destaque na sociedade, quando a demissão de sua funcionária Fantine (Ane Hattaway) põe em cheque o seu senso de humanidade, fato que lhe coloca novamente frente a frente com seu algoz e dá início ao seu processo de redenção.
A difícil situação da protagonista Jean Valjean já é retratada desde o começo, em uma situação de embate com seu grande antagonista Javert. Uma relação conturbada regada a grandes emoções que têm em si o eixo central da trama. 
Alguns filmes às vezes retratam suas tramas paralelas de forma meio solta, vaga e  até desnecessárias. Não é o caso destas aqui, todas as personagens são de importância ímpar para a obra. Nada é enfeite e tem seus momentos áureos igualmente marcantes. É fácil se identificar com algumas situações mostradas. Seja pela força de Jean para se redimir dos seus pecados, seja pela luta constante de Javert para aplicar os rigores da lei no forasteiro, seja pela deserção do orgulho e da vaidade de Fantine para dar um futuro decente à sua filha Cosette (Isabelle Allen e Amanda Seyfried) ou pelo vigor do nobre revolucionário Marius (Eddie Redmayne) que luta para mudar o destino da sua nação.
Lágrimas e soluços definiram o clima no cinema quando Ane Hattaway desabafou – sim, essa é a palavra! –“I Dreamed a Dream” numa onda de choro que eu nunca tinha visto. Sentimentos fortes que ultrapassaram a barreira da idade ou gênero, sem nenhum pudor, conduziram o grandalhão que estava na poltrona da frente a chorar como um bebê. Numa cena posterior protagonizada pela família aproveitadora de Cosette, o grandalhão se acabou em gargalhadas. Não sei se ele tinha um sentimento aflorado demais para a experiência cinematográfica, mas grande parte disso se deve à boa condução da obra pelo diretor Tom Hooper (O Discurso do Rei, 2010) e também pela atuação do núcleo cômico encabeçado por Thénardier (Sacha Baron Cohen) e sua esposa Madame Thénardier (Helena Bonham Carter) que tomavam a cena cada vez apareciam na tela.
Esse não é um musical que atende aos moldes a que estamos acostumados. Os Miseráveis é, do começo ao fim, literalmente cantado, salvas algumas cinco frases que são faladas no decorrer dos seus 158 minutos, no que, confesso, fazem falta em alguns momentos a necessidade de fala e não de canto. Vale ressaltar que todas as canções foram gravadas ao vivo, o que passa mais veracidade às atuações (onde costumeiramente vemos encenações) e nos dispensa de playbacks perfeitinhos demais para soarem verdadeiros. Todo esse esforço se reflete em suas 8 indicações ao Oscar 2013 nas categorias de melhor filme, melhor ator (Jackman), melhor atriz coadjuvante (Hathaway), melhor maquiagem, melhor figurino, melhor canção original, direção de arte e mixagem de som.

Salvas as devidas proporções, num contexto de Revolução Francesa, a grande revolução acontece em quem assiste. É difícil não se emocionar ou se identificar em algum momento com as situações vividas pelas personagens, onde a fala ganha melodia e o drama é consumido pelo belo. Uma obra linda, uma história forte, atuações marcantes e final tão emocionante quanto a necessidade de se ter um Javert para "justificar" a grandiosidade de cada Valjean.

Trailler:                                                                                            
                         
Ficha técnica:


·         Duração:158 min 
·         Género:  Drama, Musical
·         Direção: Tom Hooper
·         Roteiro:Alain Boublil, Claude-Michel Schönberg, Herbert Kretzmer,Victor Hugo,William Nicholson
·         Elenco:
Amanda Seyfried (Cosette)
Anne Hathaway (Fantine)
Eddie Redmayne (Marius)
Hugh Jackman (Jean Valjean)
Russell Crowe (Javert)
Aaron Tveit (Enjolras)
Adam Jones (Convict 4)
Adrian Scarborough (Toothman)                                                
Andrew Havill (Cochepaille)
Andy Beckwith (Innkeeper)
Ashley Artus (Pawn Broker)
Bertie Carvel (Bamatabois)
Cavin Cornwall (Convict 1)
Colm Wilkinson (Bishop)
Daniel Huttlestone (Gavroche)
Dave Hawley (Convict 3)
Fra Fee (Courfeyrac)
Frances Ruffelle (Whore 1)
George Blagden (Grantaire)
Georgie Glen (Madame Baptistine)
Heather Chasen (Madame Magloire)
Helena Bonham Carter (Madame Thénardier)
Hugh Skinner (Joly)
Isabelle Allen (Young Cosette)
John Barr (Convict 5)
Josef Altin (Convict 2)
Julia Worsley (Head Whore)
Lynne Wilmot (Whore 2)
Marc Pickering (Montparnasse)
Mark Donovan (Portly Customer)
Michael Jibson (Foreman)
Natalya Angel Wallace (Young Éponine)
Norma Atallah (Mother Whore)
Patrick Godfrey (Gillenormand)
Richard Dixon (Mairie Officer)
Sacha Baron Cohen (Thénardier)
Sam Parks (Tall Customer)
Samantha Barks (Éponine)
Stephen Bent (Jailer)
Tony Rohr (Overseer)
·         Produtores:Bernard Bellew, Cameron Mackintosh, Debra Hayward,Eric Fellner,Raphaël Benoliel,Tim Bevan (I)
·         Países de Origem: Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte
·         Estreia Mundial: 7 de Dezembro de 2012




 


Lucas Medeiros
Estudante de design e amante do cinema